sexta-feira, 29 de agosto de 2008

O Despertar do Mundo (Brecht + Ophüls)

























































5 comentários:

Fernandes R disse...

Falta esse e Sunchaser.

Anônimo disse...

¿Es buena? La tengo pendiente de revisión, pero es (con su episodio de "Chacun son cinéma") el único film de Cinimo que en su momento no me gustó.
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Magnífica Miguel.

Anônimo disse...

Tienes toda la razón. Acabo de volver a verla (en su versión completa y Scope) y, aunque a veces le aceche la tentación del Bertolucci post-"Partner", es impresionante. Recuerda, como "The Sundancer", que Cimino es el mejor y más dramático paisajista del cine actual. Desgracia que el cine americano desaproveche así uno de sus talentos mayores. Un escándalo, un derroche.
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Entendo o que você diz com "a tentação do Bertolucci pós-Partner" - as bandeiras vermelhas, a internacional entoada pelos camponeses, um certo gigantismo... Mas onde em Bertolucci se verifica uma tendência à estridência e à desproporção, em Cimino se vê uma serenidade, uma irrefutabilidade das coisas nas suas devidas dimensões, a presença do mundo revelada todas as vezes de uma só vez. Uma arte de escalas.

Para mim aquela cena onde vemos Lambert, Turturro e Stamp cavalgando sobre a imensidão dos campos sicilianos a falar sobre o vento-sul da áfrica, e depois chegando à "vida", à "metafísica" e ao "horseshit", ali também vejo algo familiar: o mais próximo que o cinema americano nos seus últimos 30, 35 anos chegou do autor de Klassenverhältnisse.

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