sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Sobre uma arte ignorada.

Integral.

Pela primeira vez em português.

O texto mais importante já escrito sobre o cinema.

9 comentários:

Diego Assunção disse...

Foda.

Sérgio Alpendre disse...

ainda bem. Meu português não está tão enferrujado quanto o francês.

Sérgio Alpendre disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
fernando disse...

grande notícia,grande link!!!

Anônimo disse...

¿No es raro que, estando vivos y activos Mourlet y Lourcelles no pongan al día su "baraja de naipes" (quiero decir la versión ampliada de los 4 ases del Mac-Mahon)? Vista recientemente de nuevo, "Figures In A Landscape" parece un film absolutamente Mac-Mahoniano, más que ningún otro Losey...
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Sei que Mourlet gosta dos filmes de François Ozon, Tavernier, Jacques Grand-Jouan, Eugene Green, e acima de tudo e todos Rohmer.

O livro dele com seus escritos sobre cinema será republicado esse ano; talvez tenhamos alguma surpresa.

Anônimo disse...

No conozco de Grand-Jouan ni el nombre. De acuerdo con Green, pero siento discrepar de Ozon y Tavernier (con una antigua excepción o dos: su film con Romy Schneider y Keitel, y el documental sobre el blues que dirigió con Robert Parrish).
Miguel

bruno andrade disse...

É justamente La mort en direct dentre todos os filmes de Tavernier que Mourlet defende mais assertivamente.

Além desses, no cinema francês: Corneau, Pialat, Chabrol, Sautet, Pierre Schoendoerffer, Renoir, Gance, de Truffaut La Chambre verte, Astruc, Cocteau, Tati, Guitry, Pierre Rissient, Pagnol, Gerard Blain, Bertrand Blier por Préparez vos mouchoirs...

Do canadá: Gérard Belkin, curta-metragista.

Dos EUA: John Flynn por Rolling Thunder.

Do Japão: Ozu (descoberta tardia, que só chegou à França graças a Rissient no final dos anos 70-começo dos 80).

Da Itália: Risi, Comencini, Marco Vicario (outras descobertas tardias, que só chegaram à França a partir dos anos 70 graças à atuação de Simon Mizrahi junto às casas francesas de distribuição).

A grande incógnita permanece mesmo Lourcelles. Fora o que ele mesmo aponta no Dicionário - Cimino, Herzog, Newman, Boorman, Joe Dante, Barry Levinson, Babenco -, seus gostos de 92 para cá são desconhecidos, ao menos para mim. O que sei é que há uns dois anos ele foi visto junto a Rissient e Tarantino em Paris numa exibição em película de um faroeste de Hugo Fregonese.

Anônimo disse...

Gracias por la información, aunque me deja bastante estupefacto. ¡Descubrir Marco Vicario! He visto 6, y como Antonio Margheriti 11 - que siempre tuvo fans en MMF y similares-, y encuentro casi todas penosas y feas, como mucho (dos bajo cada nombre) graciosas o divertidas. De John Flynn no me gusta ninguna, en particular "Rolling Thunder". Más valdría que siguieran con Fregonese. Los otros franceses está bien, aunque no son los únicos. De Lourcelles hay que fiarse como para ver lo poco que le gusta desde 1960: suele estar bien, aunque tampoco es lo único, se pierden más que lo que salvan.
Miguel

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