sábado, 6 de dezembro de 2008

6 comentários:

Evandro Duarte disse...

Não tem como fazer um filme ruim com um cenário desses.

Evandro Duarte disse...

http://www.facom.ufba.br/com112_2001_2/nouvellevague/textos.html

Anônimo disse...

¿Otro "falso amigo", y "ruim" no tiene el sentido moralmente muy negativo que "ruín" en español? Si no, verdaderamente no comprendo qué tiene de ruín ninguno de los (casi todos) films de Pollet que he visto. Como no signifique meramente "pobre", sin medios...
Miguel Marías

bruno andrade disse...

O que Evandro quis dizer é que o cenário escolhido restringe as possibilidades do filme de Pollet ser ruim. Um elogio espirituoso, na realidade.

De todos os cineastas associados à Nouvelle Vague, Pollet foi o único que conquistou a admiração irrestrita de Lourcelles - que não por acaso atuou como co-roteirista em L'Acrobate.

O que Straub fala abaixo - sobre a matéria esculpir a idéia e terminar por conduzi-la à forma -, é exatamente o que observamos tanto neste quanto em Méditerranée.

Gostaria de conhecer os filmes de Marcel Hanoun, que parecem ir numa direção semelhante.

Anônimo disse...

Aclarado. Me extrañaba. Tengo "Méditerranée" y "L'Acrobate" - entre otras - por obras capitales, y Pollet me pareció un caso excepcional de honradez. Hanoun es muy muy interesante. Se pueden ver muchas de sus películas (incluso ausentes de IMDb, nada al día con lo marginal) en su blog MA CINEMATHEQUE, entre ellas L'Authentique Procès de Carl Emmanuel Jung... Aunque muy chiquititas de tamaño.
Miguel Marías

Evandro Duarte disse...

Pelo menos em português me entendem. Já é alguma coisa.

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