terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Já li muita coisa boa - realmente boa - sobre Losey, mas nada que se compare ao verdadeiro artigo de luxo que é o texto do Pierre Rissient, cuja leitura acabo de terminar. Com relação ao que Losey produziu entre 48 e 59, é provavelmente o texto definitivo.

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