segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

y a-t-il un pilote dans l’avion aux Cahiers ?

5 comentários:

Anônimo disse...

No, no parece haber ningún criterio.
Miguel Marías

José Oliveira disse...

3. Cloverfield de Mat Reeves?!?

wtf (what the fuck)

Anônimo disse...

Ni rastro, por ejemplo, de "À l'Aventure" de Brisseau... Prefieren comedias de Ben Stiller
Miguel Marías

José Oliveira disse...

http://www.cahiersducinema.com/article1802.html

bruno andrade disse...

Ao final de um patético jornal da cobertura de Cannes (http://www.cahiersducinema.com/journalcannes.php3?type=article&id_article=1635), Burdeau exclama "On a volé le cinéma ! On a volé le cinéma !" com uma delícia, uma demência assustadora e inaceitável para um sujeito respnsável pela editoria de uma revista fundada por André Bazin e que no decorrer de sua história teve em sua redação nomes como Doniol-Valcroze, Rohmer, Mourlet, Douchet, Delahaye, Skorecki, Rivette, Moullet, Daney, Biette etc.

Mas a quem Burdeau precisamente se refere? Essa é a pergunta a ser feita: quem exatamente "roubou" o cinema? O atual co-editor dos Cahiers evidentemente está a falar de si mesmo e de Frodon, dois gângsters intelectuais que encontram na indolência de alguns leitores o consentimento ideal para continuarem um trabalho que, longe da depradação que acredita realizar, é reformista, reacionário, conservador e revisionista ao máximo. O que Burdeau e seus asseclas imbecis querem fazer é basicamente simples e absurdamente grosseiro: uma espécie de ontologia proto-Baziniana junto aos supostos "novos objetos", os abstratos "regimes de imagens" representados por Redacted - que eu por sinal amo, mas exceção feita ao texto do Delorme (http://www.cahiersducinema.com/article1488.html) por nenhuma das razões deliradas pelos redatores da revista - e Cloverfield, sem perceber que estão celebrando pouco mais que uma nova forma de caligrafismo visual (estamos portanto longe de qualquer ontologia) que em menos de 10 anos se denunciará como um objeto local e contextualmente determinado - caso desde já de Redacted - ou já terá se juntado às outras peças de museu que compõem a vasta necrópolis da frivolidade crítica e cinefílica. O concretização ideal de um cinema autofágico que responde perfeitamente ao estado de inconsciência de uma cinefilia decorrente de uma crítica inconseqüente.

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