sábado, 7 de março de 2009

2 comentários:

Anônimo disse...

La volví a ver por fin, y sí, es de las grandes obras de Losey. Quizá es que verla en TV, en una pantalla panorámica recortada artificialmente, al cortar más el contexto, exageraba los gestos, le daba un enfatismo que no tiene.
Miguel Marías

bruno andrade disse...

O filme todo existe nesse ponto quase excessivo em que por fim a tragédia se transforma sim em serenidade, onde o desespero se transforma em aceitação de si mesmo. Os nervos precisam estar à flor da pele para depois se desincharem - é o que o plano pré-genérico e o final têm em comum: são momentos de revelação.

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