quarta-feira, 29 de julho de 2009

Je me suis demandé comment il se fait qu'en Italie nous avons la censure, la magistrature - en fait la société - tout ce système aussi féroce, aussi répressif envers les films? Puis j'ai découvert qu'en France cela existe également et qu'il n'y a pas besoin de censeur, pas besoin de juge: ce sont les intellectuels du système qui font la répression. Il suffit de voir comment les critiques des grands quotidiens donnent à cette répression une forme véritablement archaïque.

Marco Ferreri entrevistado por Jean A. Gili, Paris, maio 1973

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(...) Disse-lhe que, na seqüência, ia entrevistar Leconte e me surpreendi quando Desplechin, queridinho de 'Cahiers du Cinéma' - e ícone do cinema de autor na França -, me disse ter grande estima pelo realizador de 'Félix e Lola', respeitando sua opção pelo cinema comercial e admirando a habilidade como ele alterna filmes de um recorte mais 'intimista' com comédias de sucesso como as da série 'Bronzés', cujo terceiro exemplar fez mais de 10 milhões de espectadores na França.

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Por que não me surpreendi nem um pouco com isso? E por que será que Desplechin falou isso a um crítico brasileiro sem prestígio internacional e não a algum senhor da Film Comment ou do Cahiers? Pouco importa, no fim das contas, pois as diferenças entre Os Canastrões e Reis e Rainha são mínimas.

4 comentários:

juliano ramos disse...

quais são os melhores filmes do ferreri? é confuso a filmogafia desses caras

bruno andrade disse...

Olha...
Bye Bye Monkey
La Grande Bouffe
Não Toque na Mulher Branca
Dillinger Está Morto
L'Ape Regina
A Carne (mas esse parece que só eu gosto)

E o resto tenho que ver. Os que eu não citei e já vi são todos muito bons, mas esses seriam os melhores.

Júnior disse...

L'ultima donna!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

bruno andrade disse...

Ainda não vi esse, falha gravíssima.

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