terça-feira, 21 de julho de 2009

Revendo Exterminador do Futuro II outro dia na TV. Algumas constatações:

1 - O que falta aos cineastas, aprendizes de cineastas ou pretensos cineastas de hoje em dia são coisas simples - na realidade nada simples - como por exemplo trabalhar por um tempo dirigindo caminhões (cf. Candeias, Cameron).

2 - Faz bem estudar dramaturgia (o filme de Cameron é uma aula dela, em todos os sentidos e até mesmo no único que há: sua reflexão e sua contemplação encontram-se inscritas na ação, são acolhidas por esta e passam a ser em si e por si ações) antes de começar a se mexer com o tal do cinema.

3 - Não deve haver nada igual a um período nos celeiros de Roger Corman e John Carpenter para a formação de um cineasta - um cineasta que eventualmente pode vir a ser o autor completo de seus filmes, mas que é sobretudo e antes e acima de tudo cineasta.

4 comentários:

Sérgio Alpendre disse...

por que o "nothing quite like"? Ficou meio feio na frase...

bruno andrade disse...

Não tem exatamente uma tradução para o português, tem?

Sérgio Alpendre disse...

exatamente não, porque traduzir é trair um pouco (oh, chavão). Mas a formulação não precisava usar isso, quando um "nada igual a" já caberia bem, ou mesmo algo bem diferente como um "algo tão bom quanto". Ou mudar a formulação mesmo. Sei lá, achei feio, só isso. Parece coisa que se lê no Twitter.

bruno andrade disse...

Parece coisa que se lê no Twitter.

Não precisava xingar também. Já mudei.

Arquivo do blog