sexta-feira, 23 de outubro de 2009

5 comentários:

Anônimo disse...

Para mí es un misterio como alguien tan dudoso e histérico como Kazan, tras algunas excepciones como "Gentleman's Agreement" y sobre todo "Panic in the Streets", de repente hace seguidas "Wild River", "Splendor in the Grass" y "America America". Prueba de que la "política de los autores" sólo puede aplicarse a los verdaderos autores.
Miguel Marías

Jesús Cortés disse...

Pre-"Wild River", a mí también me gusta "The sea of grass". Lo que nunca entendí es la fama de "On the waterfront", "A streetcar named desire" o "East of Eden", tres películas, como mínimo, discutibles e ireegulares

bruno andrade disse...

Há coisas não só discutíveis e irregulares como grosseiras e vulgares (Streetcar Named Desire e Baby Doll são dois exemplos dentre vários, embora eu goste da vulgaridade grosseria do segundo...), mas o Kazan me seduz no geral como um experimentador - ele é capaz de arruinar toda uma dramaturgia para exaltar dois ou três momentos de um ator, e no contexto em que ele produziu esses filmes, Hollywood anos 50 sobretudo, isso é... muito peculiar, muito estranho.

Esse final de Splendor é alguma coisa que já está mais para os lados de Robert Mulligan, e é como se pela primeira vez em todo o filme você visse exatamente o que lhe é dado a ver: o compromisso feito pelos personagens resultando numa agonia que se expressa, atenuada, em olhares e sorrisos furtivos. É de uma simplicidade tocante em oposição às facilidades demagógicas (grande texto + bom ator atrofiando todas as expressões faciais e gestuais) de outros filmes do Kazan.

bruno andrade disse...

Por falar em diretores da Actor's Studio, vocês têm alguma coisa a dizer sobre o Jack Garfein? Tenho aqui The Strange One e Something Wild para assistir.

Anônimo disse...

A mi entender, fueron prometedoras, en su momento; hoy se quedan en curiosas e interesantes, sobre todo la segunda.
Miguel Marías

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