sábado, 17 de outubro de 2009

Daqui




5 comentários:

Jesús Cortés disse...

No acabo de ver aún, y seguro que es un problema mío, a Eugène Green. Conozco sólo tres y sigue sin llegarme. Sí, Bresson, Oliviera, Rivette, Moullet, muy bien, pero su mirada...
Con "Le Pont des Arts" casi consigue atraparme, pero de momento sigo a la expectativa.

bruno andrade disse...

Vc. falou de Freda a respeto de Brisseau, e eu não podia ter concordado mais (achei que só eu pensava nessa semelhança, para não dizer parentesco). Estilisticamente, é mais ou menos nesse estilo "draconiano" que eu identifico o Green - frontal, nítido, legível. E eu realmente amo o texto dos filmes dele - é um dos poucos cineastas franceses que eu consigo assistir os filmes sem legendas e entender quase tudo (nesse sentido, o exato oposto de Téchiné). Isso a princípio não constitui um elogio, mas não consigo pensar num melhor para fazer ao texto dele e à dicção dos seus atores (que lembra muito, curiosamente, os primeiros filmes do Brisseau - sobretudo Un jeu brutal -, os primeiros Sautet etc.).

Jesús Cortés disse...

No había pensado en esa conexión con Brisseau. Techiné me decepcionó mucho con "Les temoins", ¡qué lejos queda "Barocco"!. Esa nitidez de la que hablas a veces se vuelve en contra de los propios cineastas, como le pasa a Pen-Ek Ratanaruang, que hasta "Ploy" y "Nang mai" no ha conseguido crsitalizar algo realmente sólido.

RENATO DOHO disse...

olha só, baixei ontem esse filme...

bruno andrade disse...

Baixe todos, Renato.

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