quarta-feira, 4 de novembro de 2009
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6 comentários:
Grande filme o do Eugene Green.
Suena muy bien el comentario (es el Green que aún no he visto); el de Bellocchio (que quizá sea su película más completa) también, aunque no entiendo la insistencia final en su carácter viril: es la historia de una mujer, contada desde su lado.
Miguel Marías
opa, nesse caso, crítica do Bellocchio, quis chamar a atenção para a postura da mulher, que faz o que sente ser honrado sem pensar no que isso possa acarretar; e, principalmente, responder ao "por um cinema sutil", entoado pela cahiers anos atrás, e que ainda encontra eco nos comentários de cinéfilos em nossos festivais. Um espectador mesmo me falou (sobre o Bellocchio): "não há sutileza em seu cinema". Discordo disso, mas considero que nenhum cinema tem a obrigação de ser sutil. No mais, entendo, como até escrevi na crítica, que o filme está com ela. Mas nada me convence de que esse "estar com ela incondicionalmente" não é um sinal de virilidade (característica relativa ao homem, contudo). Ainda mais em um filme que termina com um olhar de Ida Dalser direto para a câmera, seguido de uma cena de loucura como a de seu filho.
Sérgio, entonces de acuerdo; no se me ocurrió pensar en la bobada de "Cahiers" sobre el "cinéma subtil" de hace unos años, que me pareció una forma de embellecer un cine - en todos los sentidos - "blando". Simplemente, no me pareció oportuno que se mencionase el rasgo de "viril" (que tampoco es necesario en todo el cine) a cuento de una película sobre un sujeto tan "virilista" (sin más, machista de la peor especie) como Mussolini, porque podía dar lugar a equívocos, sobre todo teniendo en cuenta que Bellocchio fue muy atacado por ciertos grupos feministas cuando hizo "La condanna"(1991).
Miguel Marías
Foi atacado sem razão, pelo que lembro, não, Miguel? No mais, aí discordamos mesmo, pois eu sinto falta de um cinema viril. Acho necessário que alguém filme dessa forma.
Sérgio, claro que no tenían razón para meterse con "La condanna", como no la tendrían con "Gli occhi, la bocca". Pero yo encuentro suficientemente "viriles" a Eastwood, incluso en "Changeling" (que tiene curiosos paralelismos con "Vincere"), o el magnífico Gray de "Two Lovers", o el Ferrara de "The Go Go Tales".
Miguel Marías
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