domingo, 22 de novembro de 2009

Les signes em particular me parece o antídoto ideal para esses envelopes conceituais vazios que tanto encheram os olhinhos dos demagogos dessa década.

9 comentários:

Jesús Cortés disse...

Después de revisarlo todo y ver "Les signes", pido perdón por mis pecados. Gran director

bruno andrade disse...

Fico tentado a achar Les signes o melhor, mas foi a mesma sensação após rever Toute les nuits, Le monde vivant, Le Pont des Arts... É esse tipo de diretor, enfim.

Agora falta rever A Religiosa Portuguesa.

Jesús Cortés disse...

Yo no sabría elegir la que más me gusta, a ver qué tal la nueva, estoy deseando verla.
"Les signes" es espléndida, tal vez tengas razón.

Anônimo disse...

Pues yo, tras revisar todo (y seguir sin ver "A Religiosa Portuguesa") tengo clara predilección por "Le Pont des Arts" y después "Toutes les nuits". "Les Signes" es excelente pero no llega a adquirir peso temporal, y eso en Green es importante.
Miguel Marías

Pierre Léon disse...

"La Religieuse" ressemble beaucoup au "Pont des Arts", moins par le récit que par la réutilisation un peu maladive à mon goût de la formule du dialogue. Je préfère "les Signes", de loin, et je continue d'aimer "Toutes les nuits", plus réellement incarné, pas seulement dans l’idée.Enfin, si "este tipo de diretor", je ne veux pas vous froisser ! :)

bruno andrade disse...

Quando realmente penso em qual seria meu predileto, não acabo nem com Les signes nem com Le pont des arts nem com Toute les nuits (e já estou com vontade de rever este último, que nas minhas revisões foi o primeiro). Acabo preferindo Le monde vivant, pelo qual tenho um carinho especial - por ter sido o primeiro filme de Green a que assisti, e por ter sido uma descoberta que apenas raramente se tem (visto na televisão, e de madrugada - não imagino como poderia ser melhor). É engraçado, pois o "peso temporal" de que Miguel fala parece perfeitamente contido nos setenta e cinco enxutos minutos de filme, e dos que assisti este foi o filme de Green que mais me pareceu encarnado.

Pierre Léon disse...

Um filme do Green, na televisão… Milagre !

bruno andrade disse...

TV5, Pierre, 23 de junho de 2006.

Anônimo disse...

Vista "A Religiosa Portuguesa", para mí confirma a Green como uno de los cineastas más misteriosos y atrevidos actuales. Es totalmente imprevisible, y tiene una influencia honda (y subterránea) de Bresson y Cocteau muy distinta (si no opuesta) a la imitación en la que caen algunos. Leonor Baldaque mira (a todo el mundo, incluido el espectador) como nadie.
Miguel Marías

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