Queria escrever algo sobre os filmes do Eugène Green, os quais acabei de rever, quando me lembrei do texto lapidar do Marc Bernard, que evoca com muito mais justeza do que eu seria capaz a tristeza manifesta nos olhares de Natacha Régnier e Christelle Prot e a beleza do milagre ao final de Le monde vivant e da aparição ao final de Le Pont des Arts.
domingo, 22 de novembro de 2009
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