terça-feira, 1 de março de 2011

Único evento relevante na produção televisiva da década passada, único reality show bem sucedido da história: Charlie Sheen em Two and a Half Men.

5 comentários:

Matheus Cartaxo disse...

http://twitter.com/charliesheen

bruno andrade disse...

Charlie Sheen entra no twitter e no mesmo dia justifica o porquê do twitter existir e para quê exatamente foi criado.

Fico imaginando a cara dos descoladinhos aborrecidos indies/hipsters sem gosto e sem graça que nunca foram capazes de tornar o twitter em algo mais que uma forma redundante e vaidosa de rede social bastante chata, antipática e entupida com comentários de uma estupidez brutal.

Jesús Cortés disse...

Y con Facebook pasa algo parecido.
La misma terminlonología es aborrecible. ¿Acaso cualquiera se cree tan interesante para llamar "followers" a quienes les leen las estupideces que se les ocurren?
Estos inventos calman el apetito de la gente por la fama, que creen instantánea, un espejismo que sólo contentaría a un débil mental, por la necesidad de compartir la privacidad propia del exhibicionismo de la época y porque acerca a un plebeyo a sus majestades los famosos, a los que debieran desnudar y descubrir como la mayoría lo que son: unos idiotas. En su lugar, se hacen amigos.

bruno andrade disse...

Por burrice ou falta do que fazer (e sempre há algo melhor a se fazer, isso que dói: escutar a Toccata e Fuga em Ré Menor, rever o Piquet ultrapassando o Senna na Hungria em 86, amarrar o cadarço, dar de comer ao gato), expus-me ao absurdo do twitter. Os perfis são tão absurdamente afetados, os comentários imbecis, de uma superficialidade brutal, perturbadora, a tentativa de agradar ou desagradar (ambas as coisas para um mesmo fim: participar do que está em voga) tão evidente da parte de todos os usuários, a necessidade de aparecer e de parecer "o iconoclasta" ou "o imprevisível" tão previsíveis que não vejo como não se assustar com o grau de imbecilidade despejado por tanta gente em menos de 140 palavras. Reality shows e redes sociais, os piores legados que os anos 2000 deixarão para a posteridade.

bruno andrade disse...

Dois perfis que visito e faço até questão: o do Stallone e, agora, o do Charlie Sheen. Divertidíssimos, descontraídos e despreocupados.

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