E Jonathan Mostow é do caralho (chamou o filho do De Toth para montar - brilhantemente, diga-se de passagem - T3; manja).
domingo, 31 de julho de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Arquivo do blog
-
►
2012
(80)
-
►
Março
(16)
- Salut à Pierre Guinle
- Mizoguchi Kenji par Jean DouchetLa vie de Mizoguch...
- Los cinco hijos Hammond, por Paul Vecchiali
- Ah, se fosse de verdade...
- 1. Amico Rubín de Cendoya: nel tempo in cui io mi ...
- L’Art de la pensée
- Daniel Mainwaring > Michel Pêcheux
- Revertamos o mito e perguntemo-nos, ao inverso de ...
- Uma tese singularmente drástica da nossa modernida...
- ... não é mera coincidência
- Sempre que vejo alguém falando de "partilha de exp...
- Num arco, se abrigando, o Sol que está morrendo,...
- A tristeza durará para sempre
-
►
Março
(16)
-
▼
2011
(242)
-
▼
Julho
(9)
- E Jonathan Mostow é do caralho (chamou o filho do ...
- Conversando com o Miguel sobre Anatahan, que tive ...
- Em meio a todo esse nhénhénhé sobre censura, li ap...
- Politically, I'm angered because most (though not ...
- Cada vez que alguém diz "cinema clássico-narrativo...
- Aqui.
- Por que o Bertolucci não permaneceu o resto de sua...
-
▼
Julho
(9)
2 comentários:
ele é bom, mas Surrogates é bem meia-boca.
Não vi. Deve ser ruim mesmo. Acontece.
Postar um comentário