segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Crítico brasileiro é uma coisa engraçada: tenta atribuir a correntes artísticas coisas que até a neurociência revela de maneira mais eficaz (memórias de longa duração explícita/implícita, curto prazo, memórias extintas/esquecidas -> diencéfalo, hipocampo, córtex entorrinal e córtex parietal associativo -> estriado, neocórtex, vias reflexivas; amígdala, cerebelo -> neuroplasticidade etc. etc.).

Por que qualquer leitor deveria ver o último Coutinho se, de acordo com o que se escreve sobre o filme, ele pode ter a mesma experiência numa aula de neurofisiologia?

Aonde se fala do filme?

De que forma se pensa o filme?

De que filme, afinal, tratam?

Nem com cem bilhões de neurônios parecem capazes de escrever algo minimamente pertinente.

Falou.

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