sábado, 24 de dezembro de 2011

Tudo isso teve fim com a falsa explosão cartesiana e escatológica de Dubuffet. Mas os críticos ditirâmbicos da velha arte moderna continuam e continuarão ainda por muito tempo prostáticos e alegres com a feiúra sentada em seus joelhos. Não se fatigarão dela.

Os críticos da velha arte moderna foram sobretudo enganados e corneados pelo "moderno" mesmo. De fato, nada envelheceu mais depressa e pior do que aquilo tudo que num momento eles qualificaram de "moderno".

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