sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012



4 comentários:

Marlon disse...

Aí sim, matou o De Baecque.

bruno andrade disse...

Nem sabia da existência desses vídeos - o José Oliveira que me passou agora no comecinho da tarde. A entrevista na edição da Lumière é um excelente complemento, por sinal.

No mais, acho que o De Baecque matou a si mesmo. Faca e o queijo na mão, um trabalho de pesquisa considerável, e quase sempre que ele ensaia um juízo sobre o material que ele mesmo coletou acaba metendo os pés pelas mãos. Muitas colorações de filtrinhos teóricos/ideológicos cahieristas ali - o que acaba emperrando o próprio relato (a razão de ser do livro supostamente, porra) -, coisa que o Pierre Léon felizmente não tem (embora também não seja preto no branco, como aliás é impossível ser, mas já se trata de um juízo e de sínteses muito mais completas, complexas e precisas que as do De Baecque).

bruno andrade disse...

Cinefilia.

bruno andrade disse...

Aliás, por que o Bill Khron, atual escudeiro das causas perdidas dos Cahiers, não vem pegar no pé do Pierre Léon como fez com a Emilie Bickerton?

Ah sim: Léon saiu do celeiro Daney-Skorecki-Biette e jamais integrou o grupelhinho Toubiana-De Baecque-Jousse; portanto, sabe do que está falando.

Buraco, como se vê, é bem mais embaixo...

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