segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Quem não entendeu que num filme do Griffith, do Pedro Costa e do Tony Mann o valor de um rosto JAMAIS será intercambiável com o de um arbusto - apesar de rostos e arbustos serem igualmente sublimados, supliciados, magnificamente filmados, fundidos de maneira harmônica ao universo ficcional como em Oliveira e Visconti -, quem não vê que há um verdadeiro abismo entre o que eles fazem e a paridade biológica absoluta com que a câmera de Apichatpong registra rostos e arbustos nivelados a "puros corpos", não viu nem entendeu NADA.

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