sábado, 26 de abril de 2014

O ideal sendo a ausência de desperdícios, a precisão que não permite excedentes, algo como uma democracia que se torna um comunismo sem nenhum socialismo espalhafatoso, demagógico e daninho no meio (ou seja, o oposto do Brasil e do cinema brasileiro atuais).

Sendo bem específico, algo assim:


Em outras palavras, algo que passa longe da indecência que consiste em não usar uma única imagem não-photoshopada - do destaque fake do DiCaprio aos papéis/confeites de carnaval voando - no pôster da última diarréia/esclerose scorseseana.

O que explica por que os primórdios do cinema, quando ninguém ainda era (que rufem os tambores) (falsa expectativa) (último toque de tambor) """"""""cineasta"""""""", são tão mais importantes e interessantes (sem falar em joviais) que a corrida de cavalos (e a crítica em forma de apostas) reprisada todos os dias hoje em dia.



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