domingo, 13 de abril de 2014

Uma filosofia como a de Hegel é uma auto-revelação de fatores psíquicos situados nas camadas profundas do homem, e, filosoficamente, uma presunção. Psicologicamente, ela é o equivalente a uma irrupção do inconsciente. A linguagem singular e empolada coincide com esta concepção. Ela nos faz lembrar a "linguagem de poder" dos esquizofrênicos, que usam palavras encantatórias vigorosas para submeter o transcendente a uma forma subjetiva ou conferir à banalidade o encanto da novidade ou fazer passar insignificâncias por sabedoria profunda.

Agora troque "Hegel" por "crítico de cinema brasileiro".

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