terça-feira, 26 de agosto de 2008

















































7 comentários:

Evandro Duarte disse...

O legal é descer a página do blog com o mouse bem rápido.
Parece até um filme!

bruno andrade disse...

Imagens em movimento!

Anônimo disse...

que filme é?

bruno andrade disse...

Time Without Pity.

Anônimo disse...

Esta escena estaba muy bien filmada - no todos saben filmar un avión tomando tierra -, pero luego, con Leo McKern...
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Espero que isso não fique muito abstrato...

Me parece que Losey faz a análise do embate entre duas forças aparentemente antagônicas, aparentemente opostas, na realidade endêmicas, na realidade dependentes: uma solar, a outra lunar. Uma, calorosa, exaltada, incandescente, excede-se por todos os seus poros (como o sol - é a transpiração constante que vemos sobre o rosto de Redgrave, sua respiração ofegante, seu percurso errático); a outra, opaca, recôndita, vem à tona apenas através de eclipses virulentos e eufóricos (é o que Losey mostra na primeira cena, logo após McKern enforcar a garota, a luz pendulando sobre os touros de Goya). O que vemos no final - Redgrave a percorrer a pista de corridas, McKern acelerando para escapar de seu destino, a aurora tomando e encobrindo aquilo que antes era noite e que em poucos momentos será sol - é a vitória de uma energia sobre a outra, ou melhor: o momento em que uma energia se extrapola para além de si mesma e se revela de uma vez por todas. Não mais um eclipse, mas um primeiro amanhecer.

Desnecessário dizer portanto que acho o trabalho de McKern, muito mais que adequado, o mais preciso, o mais expressivo possível, o mais coerente com as intenções de Losey, e perfeitamente de acordo com os seus métodos.

Anônimo disse...

Tendré que verla otra vez, pero ninguna de las varias veces precedentes pude comprender que algo tan enfático, discursivo e incluso histérico gustara a Douchet, Mourlet o Rissient. Pero tal vez es un lado del cine que a mí no me interesa nada, y a otros sí (como "Cassandra's Dream"). Sigo prefiriendo sobre todo "Blind Date", y me intrigaría mucho ver - no lo he conseguido desde 1970 - "Figures in a Landscape", que intuyo puede ser un gran film abstracto y a la vez totalmente físico.
Miguel Marías

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