segunda-feira, 10 de novembro de 2008

"A Lady Loves": Full Outtake from I Love Melvin

5 comentários:

Anônimo disse...

Lo siento. De cuanto he logrado ver de Don Weis nada me gusta de verdad, o muy poco, con la excepción señalada, asombrosa, de "The Adventures of Hajji Baba". ¿Un "one-shot"?¿O es otro que el director el verdadero autor de este film, irónico y divertido y fascinante y emocionante y romántico, todo a la vez, postmoderno - supongo - sin asomo de pedantería... y en 1954?
Miguel Marías

bruno andrade disse...

De I Love Melvin eu gosto muitíssimo, ainda mais quando comparado às outras produções MGM da mesma época. Menos impressionante que Hajji Baba, certo, com uma graça mais facilmente conquistada, mas em cinema a graça é uma qualidade tão rara que não deve ser menosprezada quando encontrada. Os outros filmes de Weis que vi são pelo menos simpáticos, porém todos a meio passo de uma vulgaridade e mesmo de uma espetacular pobreza expressiva, e portanto distantes da sofisticação suprema e do tom de eternidade que ele encontrou em Hajji Baba.

bruno andrade disse...

E de fato, talvez Hajji Baba seja um dos únicos filmes pós-modernos de toda a história do cinema; e talvez o nome de Walter Wanger tenha uma influência tão decisiva quanto o de Weis. Seja como for, uma pérola rara.

Anônimo disse...

Aunque he visto pocas de las películas de Weis de 1953 y anteriores, sigue siendo para mí un enigma: aparte de dos pésimas y sin gracia, me parecieron decepcionantes las cuatro posteriores, incluso "The King's Pirate" que podía tener algo que ver con "Hajji". Y era un cineasta formado con Fleischer, Milestone, Polonsky, Robson, Lupino, Losey. He visto también unos 25 episodios de TV, y ninguno me llamó la atención. Walter Wanger aparte, y el guionista Richard Collins (que intervino en "Invasion of the Body Snatchers" y otras producciones Wagner), me llamó la atención, al volver a ver "Wichita", que 6 miembros del equipo de este Tourneur intervenían en "Hajji"...
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Os episódios de M*A*S*H que Weis dirigiu estão entre os melhores. Nada de excepcional, trata-se apenas de boa televisão.

O culto MacMahonista sobre Don Weis deve-se sobretudo à estréia parisiense de Hajji Baba em 1958; no entanto dois célebres MacMahonistas, Gérard Legrand e Marc Bernard, têm o período MGM em altíssima conta. Marc Bernard escreve na Présence du Cinéma n° 12 entusiasticamente sobre Remains to be Seen, e Legrand fala muito bem de vários dos filmes MGM no seu texto de Introdução à obra de Weis. Destes filmes, assisti apenas I Love Melvin - um primor.

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