quarta-feira, 5 de novembro de 2008


Paradoxalmente, é essa defasagem – sintoma de sua eterna condição de arte inventada, de arte do pobre, de arte industrial – que lhe permite hoje não apenas sobreviver (bem melhor do que a pintura, por exemplo), como ainda vislumbrar no horizonte a possibilidade de uma "segunda modernidade".

Um comentário:

José Oliveira disse...

http://www.cahiersducinema.com/article1758.html

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