sábado, 22 de agosto de 2009

Eu podia passar o resto do ano assistindo somente Marco Ferreri.

2 comentários:

Anônimo disse...

Cómo me sorprendes a veces. Tal perspectiva me conduciría casi al suicidio; para no exagerar, a dejar de ver películas; más lógicamente, a ver las de Ferreri de tarde en tarde, de una en una... Y mi experiencia (tras haber visto, creo, todas) me incita a no volver a verlas: las que no me disgustan profundamente, hasta muchas de las que me gustan, decaen en posteriores revisiones.
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Tenho uma queda por iconoclastas, confesso: Skorecki, Ferreri... De qualquer forma, adoro como Ferreri filma tudo de uma distância e vai abarcando mais e mais aspectos do mundo simplesmente por manter essa distância; isso acaba fornecendo às suas idéias absurdas uma veracidade ainda maior, alguma coisa da ordem do incontestável. Há algo de baziniano ali, um bazinianismo pós-civilização talvez. Além do mais, gosto dessa consciência de que não é preciso ser vulgar para se filmar a baixaria, e que aliás é necesário não sê-lo (é isso o que finalmente separa Ferreri de Tinto Brass, a meu ver). Quais os filmes dele de que gostas e quais são os que desgostas, Miguel?

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