sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Por sinal, assistindo ontem Il magnifico avventuriero do Freda, que tem umas cinco ou seis cenas realmente magníficas (quase todas de briga ou de luta) mas que permanece no mais um filme relativamente menor (apesar das presenças de Françoise Fabian e Claudia Mori).

Desta vez a opulência é de lei - mas já não era assim com Beatrice Cenci, com a diferença de que lá o impacto era ainda mais forte porque restrito à sobriedade de um estilo que delira somente nas raras ocasiões em que escapa rumo a um romantismo impossível?

É aí que entra uma noção bastante concreta (alguns diriam draconiana, o que dá mais ou menos na mesma coisa) de economia: bastante provável que uma escassez de recursos apenas beneficiasse o filme, como foi o caso com I vampiri, Beatrice Cenci, Caltiki e os dois Hichcock.

Afinal de contas, Renegando o Meu Sangue é melhor que Casa de Bambu, Coisas Secretas melhor que Anjo Negro, e me parece que Le sette spade del vendicatore é melhor do que este, o que devo verificar em breve.

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