sexta-feira, 20 de novembro de 2009

7 comentários:

Jesús Cortés disse...

Chevy Chase, aparte de su comportamiento después de salir del programa y sus horrorosas películas, se benefició de la maquinaria de SNL para triunfar pero en un ranking de cómicos de la hstoria del programa queda muy por detrás de Gilda Radner, que ya estaba lejos de Eddie Murphy y a años luz de Belushi,Murray, Novello y compañía.

bruno andrade disse...

Estava vendo uns sketchs da primeira temporada do SNL, e naquela época o timing do Chevy era uma obra de arte - mesmo entre os outros (excelentes) comediantes que o SNL tinha à época, mesmo comparado ao Belushi. Sempre foi a marca de fábrica dele, o timing absurdamente preciso, mas entre 76 e 85 (mais ou menos a época que concentra o melhor do que ele participou) e particularmente nos momentos mais inspirados de Caddyshack, Vacation e Fletch, é uma coisa linda de se ver.

http://www.youtube.com/watch?v=J5j4iOjCLWs

http://www.youtube.com/watch?v=X8urEhht9aY

http://www.youtube.com/watch?v=pXiwH2cE534 (com Belushi)

Jesús Cortés disse...

Supongo que sabes que Chase, como Robin Williams, era odiado por los stand up comedians anónimos porque iba a sus shows, a veces de incógnito, otras con toda la desfachatez del mundo, y les robaba los gags. Williams hasta solía tener la poca clase de dejarles una propina en el camerino.
Belushi era un cómico natural, como Lenny Bruce, un kamikaze, nada que ver con gente que planifica su carrera como si fueses abogados.

bruno andrade disse...

Não sabia dessa não. A julgar pelas histórias de bastidores do SNL e por alguns relatos de filmagens por parte de colaboradores (Carpenter se nega a falar em qualquer entrevista sobre as filmagens de Memoirs of an Invisible Man, e isso é meio único porque ele fala de todos os filmes, inclusive daqueles que ele notoriamente não gosta como Christine), Chevy nunca foi exatamente um sujeito generoso. Ajuda muito que o personagem que ele sempre interpretou sempre foi essa espécie de arrogante/bon-vivant bem ou mal sucedido.

Mas esses relatos sobre a mesquinhez dos comediantes - principalmente os maiores e mais notáveis - são freqüentes demais: Edwards e muitos falam horrores de Sellers, falam de Lewis como um perfeccionista ensandecido capaz de inflingir qualquer coisa à sua equipe para obter o que quer, Murphy é tido por muitos colegas - incluindo aí comediantes - como o exemplo de alguém que após alcançar o sucesso tornou-se "obnoxious", Harold Ramis fala horrores de Bill Murray e não tem nada a não ser elogios para Chevy (Aykroyd falou algo parecido uma vez, de que é muito mais fácil trabalhar com Chevy que com Murray), Steve Martin, de quem também gosto muito, é tido como um sujeito antipático e agressivo com pessoas fora do meio... Essas coisas costumam ser meio relativas, mas o talento me parece inegável (não no caso do Robin Williams, pelo menos para mim, que vejo como um sujeito que confunde comédia hiperbólica e superlativa com desproporção e histrionismo, uma espécie de anti-Belushi).

bruno andrade disse...

Falando em filhos bastardos, Christine foi uma das razões pelas quais me apaixonei por Carpenter. Permanece um favorito, não como They Live, The Thing, The Fog ou Prince of Darkness mas também não muito atrás.

Jesús Cortés disse...

Sí, a mí tampoco me gusta nada Robin Williams, ni serio ni chistoso, no sé cual me parece más falso.
También me gusta Carpenter, incluídas hasta las últimas. Me tiene que caer bien, no hay más remedio, alguien así, que permanece fiel toda la vida a ese mundo adolescente sin infantilizarlo, porque es posible envejecer perfectamente sin perder la pasión por todo ese mundo. Carpenter es rock n´roll, como Kiss y Redd Kross.

Joachim disse...

Stuck on you !

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