sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Aqui.

2 comentários:

Anônimo disse...

Parte de lo que dice es cierto, hasta agudo. Pero es tan "francés" (demasiado). Les pierde a menudo el gusto por la paradoja (aparente). Es un tono autosatisfecho: qué listos somos, qué brillantes. Tono, pues, opuesto al que me parece adecuado para escribir sobre Pedro Costa.
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Essa revista parece ainda afetada por um certo parisianismo, essa postura (falsa e facilmente) cosmopolita (na realidade bastante provinciana) somada a uma certa indiferença "blasé" (talvez para disfarçar melhor o encantamento, que deve parecer uma emoção antiquada), que caracterizou a editoria do Cahiers da qual Cyril Neyrat, Antoine Thirion e Eugenio Renzi fizeram parte. A iniciativa desse trabalho com a obra do Costa me pareceu mais do que estimável, e eu gosto de acreditar que com o tempo essa postura geral pode mudar. O fato é que esses três somados não valem uma Camille Nevers (isso vale para quase todos os redatores que o Cahiers teve desde 1995).

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