quinta-feira, 14 de janeiro de 2010









2 comentários:

Anônimo disse...

A mi entender, aunque breve, una de las películas supremas de Godard. Sencilla y clara como el agua: aquí no vale pretender que no se entiende (en el fondo, en Godard lo que molesta es que, aunque no cuente una historia, se entiende todo). Y una de las más desconocidas: porque es breve, porque es inglesa, porque es de un periodo de mutación, oscuro por tanto. También una de las personales, desnudas, modestas, reveladoras. Para mí, de las más emocionantes.

Miguel Marías

bruno andrade disse...

Acho que foi o Bergala que falou, a propósito de Carmen, que Godard filmava as metáforas ao pé da letra. O que é incrível visto que, permanecendo-se fiel a si mesmo, em Soft and Hard ou num Puissance de la parole, ele se tornou em grande cineasta - talvez o grande cineasta - da presença, da revelação. "O signo banhando-se na sua ausência de significação" parece a descrição perfeita do milagre no qual a obra dele convergiu nestes últimos anos.

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