quarta-feira, 17 de março de 2010

3 comentários:

Anônimo disse...

Una película muy buena que no entiendo por qué fue universalmente sepultada y es aún tan difícil de ver. Y la no tan buena, pero notable "Ferdydurke", peor aún, a pesar de basarse en el famoso libro de Witold Gombrowicz. Sobre Gombrowicz hay una estupenda película argentina (también "invisible"), "Gombrowicz o La Seducción" de Alberto Fischerman.
Miguel Marías

Anônimo disse...

chegou a ver o último scorsese? é até sacrilégio falar daquele filme tosco num post desses

bruno andrade disse...

Mais que um complemento ou um prolongamento, vejo o filme como o equivalente de Walkower na obra de Skolimowski dos anos 80 e também em relação a todo o cinema feito nesta década: um Walkower de depois do vídeo, do Solidariedade, da cobertura televisiva dos eventos ocorridos na Polônia no início dos 80; um filme de depois dos anos 60 e 70, de um homem que como pai só pode reencontrar a juventude no corpo inquieto de seu filho, de um cinema em plena mutação e como que estilhaçado pelo intercâmbio com a tecnologia analógica (como Godard em Passion), um pouco à imagem do filho de Skolimowski quando este finalmente chega à Polônia (cabelo punk, rosto cortado pela pintura de um raio vermelho).

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