domingo, 11 de abril de 2010

Mencionar Zižek em qualquer tipo de debate a respeito do cinema é o supra sumo da contrafação intelectual (sim, incluam aí a entrevista para o Cahiers).

4 comentários:

Anônimo disse...

Totalmente de acuerdo. No me explico el predicamento que se le otorga. O dice algo muy evidente y archisabido de forma pedante y retorcida o pretendidamente irónica, o dice tonterías.
Miguel Marías

Anônimo disse...

En otros tiempos, el cinismo irresponsable que despliega en el simulacro de entrevista del último "Cahiers", lo hubiera desacreditado definitivamente y para siempre, como un simple estafador y falsificador. Pero hoy debe resultar muy "cool" y gracioso, y algunos le agradecerán las coartadas que brinda para hablar de las cosas sin verlas. Dice absolutas sandeces sobre cualquiera que menciona, y finge analizar o comentar, da igual que sea Hitchcock, Rossellini, Lynch, Fellini, Kieslowski, Bergman, Antonioni, sobre los que practica, como mucho, una mirada "distraída" y como "de reojo" (en el fondo, despectiva) a partir de la cual improvisa sin datos suficientes y con prejuicios excesivos precipitadas banalidades (para colmo, carece de sentido del humor). Basta ver el film de Sophie Fiennes para percatarse de la impostura, pero como siempre ocurre con el "dinero falso", circula... Yo no me puedo tomar en serio a quien se tome en serio a este fantasmón inflado de aire, un puro "dilettante", vanidoso como un pavo real.
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Estritamente para acadêmicos cabeças de vento. Um minuto do documentário da Sophie Fiennes numa aula de crítica de cinema (?!) foi tudo o que pude tolerar: a absoluta indigência de suas idéias, heresias proferidas numa retórica pavonada que impressiona os fãs de idéias convenientemente vagas (quando não prolixas ou simplesmente falsas), bastou para que eu me desse conta da imensa fraude que este homem é. Mas é apenas o que se pode esperar da apreciação acadêmica do cinema, que sempre teve como principal especialidade comprar gato por lebre (esnobando, para tanto, os valores reais, os verdadeiros, os mais verdadeiramente empenhados numa real compreensão das linhas de força dessa arte). Uma velha história, enfim...

bruno andrade disse...

Quer dizer, que esperar de um ambiente supostamente intelectual onde se discute mais Lars Von Trier que Richard Fleischer?

Arquivo do blog