quarta-feira, 12 de maio de 2010

2 comentários:

Anônimo disse...

Cada trabajo televisivo que veo de Cottafavi (años 50, 60, 70), lo mismo que los de Hitchcock (50, 60) o Rossellini (60, 70) o Godard (70) me lleva a asombrarme más de la "furia televisiva" que embarga hoy tanto a los jóvenes postmodernos como a los antiguos cinéfilos, ante series que encuentro, en general, pobres, lentas y a menudo "retro". Se olvida en cambio "The Shadow Box" de Newman, o "Histoire(s) du Cinéma", hechas (al menos en principio) para la TV.
Miguel Marías

bruno andrade disse...

Mourlet e Rohmer, Renoir e Demy, Jerry Lewis e Tati estavam absolutamente cobertos de razão quando perceberam que o grande celeiro de experimentações audiovisuais havia se transferido, entre os 60 e os 70, da economia do cinema para a da TV (no fim das contas o livro do Rossellini é exatamente sobre isso, e profeticamente também sobre o fim iminente disso).

Pois está mais do que confirmado: hoje o cinema arte-e-ensaio serve cada vez mais como nota de rodapé intelectual de jovens caprichosos e excessivamente insistentes. Ou: para cada James Gray, são mais de 100 contrafações.

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