sexta-feira, 7 de março de 2014

Um comentário:

victorfarbruno disse...

"'A vida designou-nos como mágicos', diz o diretor, pensando talvez numa essência da sétima arte, instantânea, efêmera e relativa ('quando as sessões terminam a tela permanece imaculada, mesmo após tantas violências e infâmias, depois de tempestuosas peripécias de intrigas criminais e espetáculos os mais sinistros. A ilusão desvanece-se e a tela reconquista sua brancura inicial'). Mais propriamente: designou-nos como cineastas."

as maravilhas, elas não param

http://postimg.org/image/qhsiee1sf/

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