terça-feira, 19 de agosto de 2014

"... O mundo é vasto, surpreendente e fascinante"

Tão, mas tão vasto; tão, mas tão surpreendente; tão, mas tão fascinante que...

1. Além do Kechiche, o Garrel já falou bem de Cisne Negro;

2. O Luc Moullet do Kevin Smith (e do Gérard Oury, e do Jorge Furtado, e do Sidney J. Furie, e do...);

3. De Palma e Carpenter do David Fincher (e não necessariamente pelos seus filmes menos ignóbeis);

4. Resnais e Rivette do JEAN-PIERRE JEUNET (!);

5. Godard de Subway (sim, o do Luc Besson) (!!!).

Certamente ainda mais vasto, ainda mais surpreendente e ainda mais fascinante (ou: superficialmente vasto, superficialmente surpreendente, superficialmente fascinante) quando se é ingênuo, tapado ou mais simplesmente deslumbrado.

2 comentários:

bruno andrade disse...

Ou: a burrice e o maniqueísmo militantes não possuem limites (LANG, Fritz).

Luis disse...

E o Michael Mann do Iñarritu.

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