quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Os melhores filmes de 1995, por Jean-Claude Guiguet: 1) Fuga para Odessa (James Gray) 2) Va mourire (Nicolas Boukhrief) 3) As Pontes de Madison (Clint Eastwood) 4) Paris no Verão (Jacques Rivette) 5) Li per li (Pierre Léon) 6) Memórias (Terence Davies) 7) Jusqu'au bout de la nuit (Gérard Blain) 8) Du Pappa (René Bjerke) 9) O Convento (Manoel de Oliveira) 10) Les rendez-vous de Paris (Eric Rohmer)
quinta-feira, 10 de abril de 2008
(...) A coragem de Milius é de falar com firmeza em uma época de dúvidas. Seus heróis são assassinos asquerosos, suas comunidades são simplórias, suas visões da história são cínicas e fascinantes pelos seus paradoxos e inevitável tragédia. Seu estilo “história em quadrinhos” freqüentemente me aliena dos seus melodramas e me conduz à filosofia, longe das realidades humanas que são bastante desagradáveis de se confrontar a não ser por vias caricaturais, a fim de incitar a minha indignação e vontade de mudar o mundo. O dilema dos anos 70 (e que os anos 70 não reconheceram) foi a sua incapacidade de enxergar para além da melancolia da época, como um Rossellini ou um Ford podiam, exceto como uma distante, deteriorada memória.




