sexta-feira, 3 de agosto de 2012

4 comentários:

bruno andrade disse...

Brasileiro, como sempre, quanto mais metido a iconoclasta, contemporâneo ("antenado" e "descolado" são noções e, além disso, fazem parte de uma linguagem mais plebe, portanto inaceitável ao paladar refinado de academicices pseudo-científicas dessa gente), neo-barroco e tropicalista - em suma, quanto mais oportunista -, mais atrasado e completamente superado em relação à modernidade (a qual, esperta ou não tão espertamente, esse protótipo de burguês tupiniquim com má consciência cultural insiste em confundir com todos os tipos de cauções, cacoetes e expedientes antropofágicos e pós-modernos) é.

bruno andrade disse...

No fim das contas, essa espécie de tamanduá multiculturalista (mas que, no aperto, revela-se de uma intolerância que beira o fanatismo nazista), na melhor das hipóteses e visto com a maior das boas vontades, não passa exatamente disso: um "antenado" e "descolado", um trendista, um twitteiro (eterno twitteiro, como há o eterno marido etc.).

bruno andrade disse...

(...) on passe toujours (...) avec ou sans fondu, d'un plan bioscopique à un autre plan bioscopique, c'est-à-dire d'un bloc de pur présent condensé à un autre bloc de pur présent condensé, éphémère (...)

bruno andrade disse...

Someone said, 'The dead writers are remote from us because we know so much more than they did.' Precisely, and they are what we know.

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