sexta-feira, 7 de março de 2014

O cinema tornou-se uma actividade consideravelmente diletante, há muita facilidade, pouca dedicação, pouco esforço, todos os planos colam, vale tudo.

E os filmes sobrevivem ou morrem às mãos dum circo internacional de 40 ou 50 espertos, sales agents, profissionais de festivais e de júris, é tudo muito ecuménico, falam todos a mesma língua do amor pelo cinema.


Grécia:





2 comentários:

bruno andrade disse...

E não a Pompéia desmilingüída ou os prostíbulos sebosos, labirintos e mausoléus conceituais, charlatanismos especulativos e museus aborrecidos, todos perfumados de formol e decadência que exalam as poses de subversão e novidade, todos tão em alta na bolsa de valores dos "vulgar auteurists"/"movie mutationalists".

bruno andrade disse...

E um lembrete para os cultores da "modernidade líquida": como fica bem claro no filme do Cottafavi, ela afunda.

Lembrando também que, ao contrário do se que quis dizer na época de lançamento, nas águas turvas e caudalosas do Filme Socialismo ninguém flutua - todos navegam.

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