sábado, 10 de maio de 2014

Crítica de cinema é o exato oposto do que o Stéphane Delorme diz que é.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Os melhores filmes de 1995, por Jean-Claude Guiguet:

1) Fuga para Odessa (James Gray)
2) Va mourire (Nicolas Boukhrief)
3) As Pontes de Madison (Clint Eastwood)
4) Paris no Verão (Jacques Rivette)
5) Li per li (Pierre Léon)
6) Memórias (Terence Davies)
7) Jusqu'au bout de la nuit (Gérard Blain)
8) Du Pappa (René Bjerke)
9) O Convento (Manoel de Oliveira)
10) Les rendez-vous de Paris (Eric Rohmer)



sábado, 26 de abril de 2014

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Você acha que faz filmes?

J.L.G.: Penso que sim, diria antes que faço uma produção e que dela saem filmes. Eu parti da idéia de que para mudar de lugar os móveis da casa, teríamos de fazer tudo de sorte que o sistema de produção e o sistema estético ficassem sempre juntos.









































































E o pai de todos:

sábado, 19 de abril de 2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Notas para um cinema contemporâneo

E crítico - ou seja, não idealista.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Como disse um amigo: depois que se toma consciência de algo, não se pode ficar inconsciente daquilo. Se a tomada de consciência parece inicialmente prejudicial, só um aumento dessa consciência pode tornar a situação positiva.

O autor de Nous ne sommes plus innocents sabe bem disso.

domingo, 6 de abril de 2014

(...) Com relação a O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, eu quis fazer um western bastante objetivo, apesar de que a ação física... Escolhi quatro ou cinco westerns que vi e revi para chegar a algumas conclusões. Eu vi Rio Vermelho, El Dorado e Rio Bravo. E disse a mim mesmo: é preciso retomar este espírito, estes gestos feitos em completa intimidade, como nos filmes de Hawks.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

construção, imaginação, realidade, liberdade

"A imaginação tem sua maior utilidade na compreensão do passado. A trombeta da imaginação, como a da Ressurreição, convoca os mortos em suas tumbas. A imaginação vê Delfos com os olhos de um grego, Jerusalém com os olhos de um cruzado e Paris com os olhos de um jacobino ... A função da imaginação não é tanto estabelecer coisas estranhas, como fazer estranhas as coisas estabelecidas; não é tanto produzir fatos assombrosos, como fazer assombrosos os fatos".

- G. K. Chesterton, The Defendant.

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« Pour moi, la définition de l'imagination au cinéma c'est un plan de The Wings of Eagles, [quand] John Wayne se casse la gueule dans l'escalier. » (Jean-Marie Straub)

''Mas qual a razão de todo esse sistema, de toda a racionalização das soluções cênicas? Dar-se o direito de ter surpresas. 'Ter surpresas é descobrir uma realidade', diz Straub. A rigidez do método é a condição para que apareça a imagem, na revelação da imagem, 'o sorriso que jaz fugidio'. Straub e Huillet pertencem àquela categoria de artistas que, somente dentro de um conjunto de restrições, conseguem encontrar a maior liberdade possível.''

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